Documentário: Aquarius A Era do Mal

Recomendo este excelente documentário sobre as ligações dos movimentos ocultistas com a Nova Ordem Mundial.

O documentário foi legendado pelo usuário Paulo79br do Youtube. Convido a todos a se cadastrarem e apoiarem o canal pois ele está fazendo um trabalho muito importante.

Descrição retirada do vídeo:

Aquarius: The Age of Evil, examina a história da nova ordem mundial. Demonstra que a nova ordem mundial é a Nova Era orientada. Os filmes e movimento Zeitgeist são expostos e evidênciadas suas ligações com a Nova Era, a Teosofia, a Maçonaria e os movimentos da nova ordem mundial.

Abrange Benjamin Creme, Maitreya, a histeria fabricada pela elite mundial sobre 2.012 e os desinformadores da Nova Era que se infiltraram no movimento patriota pela verdade.

O filme investiga como a Bíblia prediz a vindoura maligna nova ordem mundial. O filme também aborda exposições como: Os Illuminati, a admissão de George Washington sobre a responsabilidade e envolvimento dos Illuminati na Revolução Francesa e Americana, o iluminismo, Share-International, as fundadoras Nova Eristas da Teosofia e Luciferianas Alice Bailey, Madame Helena Petrovna Blavatsky, Annie w. Besant, a Sociedade Teosófica, Lucis Trust, a Maçonaria mundial, comunismo, socialismo e muito mais. Desmascarados através de suas opiniões e ensinamentos públicos Jordan Maxwell, David Icke, Peter Joseph, e D. M. Murdock (Aka Acharya S)

Entrevistas com Constance Cumbey, Scott Dr. Johnson, Chris White.

Pesquisado por Keith Thompson e Eric Brame.

Que Deus e Nosso Senhor Jesus / Yeshua, provenha entendimento e sinceridade intelectual a todos. Amém.

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O que houve com Rachel Sheherazade?

Rachel Sheherazade é uma inteligente e bela jornalista que ficou muito conhecida na internet por falar verdades sobre o carnaval que nenhum outro jornalista teve coragem ou decência para falar.  O vídeo já teve até hoje mais de 800 mil acessos.

Na época ela trabalhava no Tambaú Notícias em João Pessoa/PB. Hoje ela está em rede nacional do SBT.

Mas algo ocorreu, em um post recente em seu Blog ela defendeu a chamada “Comissão de Verdade” petista. Ela chama a Lei da Anistia de algo “infeliz” e repetiu o mantra de que os revolucionários sanquinários tupiniquins foram “lutadores que morreram pela democracia”.

Segue uma cópia do post dela:

Titulo: Verdade?

assista ao video:

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=11769&t=Senado+aprova+projeto+para+criacao+de+Comissao+da+Verdade

O Senado Federal aprovou o projeto de lei que cria a chamada Comissão da Verdade, que investigará violações aos direitos humanos entre as décadas de quarenta e oitenta. 
Não há dúvida: a Comissão da Verdade será um marco histórico no país, mas não redime o Brasil de seus pecados mais tenebrosos. Por que vai somente investigar crimes de tortura, assassinatos, ocultação de cadáveres praticados entre 1946 e 1988.
Mas a comissão não vai punir os criminosos de farda, que têm garantido o direito à impunidade, assegurado na infeliz Lei da Anistia.
Para fazer justiça a quem lutou e morreu pela democracia é preciso rever essa lei. Conhecer a verdade é preciso, mas verdade sem punição não faz sentido.

Meu Comentários (MikeMooreAC)

Postei lá no Blog dela meus comentários. Não sei se foram aprovados mas reproduzo aqui:
Cara Sra Rachel Sheherazade,
Conheci a sra pelo famoso vídeo onde denunciava a farsa do carnaval com muita sobriedade, verdade e clareza. Foi um prazer imenso assistir a uma ponta de decência e limpidez no rio quase completo de mentiras, manipulações e safadezas da mídia brasileira, quase toda ela vendida direta ou indiretamente para as baixarias do pensamento comunista marxista.
Este post em defesa da “comissão da verdade” é algo que destoa completamente do referido vídeo.
Qual verdade pode sair de uma comissão composta por membros de apenas uma das partes envolvidas?
Qual verdade pode sair de um grupo de pessoas movidas apenas pelo rancor, ódio aos valores tradicionais, a família, a cultura e aos bons costumes?
Não se iluda minha cara, atualmente o PT não é um partido democrático em qualquer extensão do termo.
Cito dois grandes juristas que provam isto:
Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, indignado com a escalada do autoritarismo do PT atual.
Dr Ives Gandra Martins explica o PNDH-3 (Programa soviético do PT que quer transformar o Brasil numa venezuela)
Outros internautas já postaram comentários apontaram outros problemas e tenho certeza que muitos outros ainda o farão.
Minha oração é para que a sra não venda sua dignidade em troca de nada, que mantenha a mesma sobriedade e espírito de verdade que todos nós vimos em suas sábias palavras sobre o carnaval.
Que Deus te abençoe.

Como Debater com Esquerdistas – Por Olavo de Carvalho

Fonte: Diário do Comércio (editorial) , 20 de junho de 2007
Autor: Olavo de Carvalho

Os liberais e conservadores deste país nunca hão de tirar o pé da lama enquanto continuarem acreditando que nada mais os separa dos esquerdistas senão uma divergência de idéias, apta a ser objeto de polidas discussões entre pessoas igualmente honestas, igualmente respeitáveis. A diferença específica do movimento revolucionário mundial é que ele infunde em seus adeptos, servidores e mesmo simpatizantes uma substância moral e psicológica radicalmente diversa daquela que circula nos corações e mentes da humanidade normal.

O revolucionário sente-se membro de uma supra-humanidade ungida, portadora de direitos especiais negados ao homem comum e até mesmo inacessíveis à sua imaginação. Quando você discute com um esquerdista, ele se apóia amplamente nesses direitos, que você ignora por completo. A regra comum do debate, que você segue à risca esperando que ele faça o mesmo, é para ele apenas uma cláusula parcial num código mais vasto e complexo, que confere a ele meios de ação incomparavelmente mais flexíveis que os do adversário. Para você, uma prova de incoerência é um golpe mortal desferido a um argumento. Para ele, a incoerência pode ser um instrumento precioso para induzir o adversário à perplexidade e subjugá-lo psicologicamente. Para você, a contradição entre atos e palavras é uma prova de desonestidade. Para ele, é uma questão de método. A própria visão do confronto polêmico como uma disputa de idéias é algo que só vale para você. Para o revolucionário, as idéias são partes integrantes do processo dialético da luta pelo poder; elas nada valem por si; podem ser trocadas como meias ou cuécas. Todo revolucionário está disposto a defender “x” ou o contrário de “x” conforme as conveniências táticas do momento. Se você o vence na disputa de “idéias”, ele tratará de integrar a idéia vencedora num jogo estratégico que a faça funcionar, na prática, em sentido contrário ao do seu enunciado verbal. Você ganha, mas não leva. A disputa com o revolucionário é sempre regida por dois códigos simultâneos, dos quais você só conhece um. Quando você menos espera, ele apela ao código secreto e lhe dá uma rasteira.

Você pode se escandalizar de que um desertor das tropas nacionais seja promovido a general post mortem enquanto no regime que ele desejava implantar no país o fuzilamento sumário é o destino não só dos desertores, mas de meros civis que tentem abandonar o território. Você acha que denunciando essa monstruosa contradição acertou um golpe mortal nas convicções do revolucionário. Mas, por dentro, ele sabe que a contradição, quanto menos explicada e mais escandalosa, mais serve para habituar o público à crença implícita de que os revolucionários não podem ser julgados pela moral comum. A derrota no campo dos argumentos lógicos é uma vitória psicológica incomparavelmente mais valiosa. Serve para colocar a causa revolucionária acima do alcance da lógica.

Você não pode derrotar o revolucionário mediante simples “argumentos”. A eles é preciso acrescentar o desmascaramento psicológico integral de uma tática que não visa a vencer debates, mas a usar como um instrumento de poder até mesmo a própria inferioridade de argumentos. Em cada situação de debate é preciso transcender a esfera do confronto lógico e pôr à mostra o esquema de ação em que o revolucionário insere a troca de argumentos e qual o proveito psicológico e político que pretende tirar dela para muito além do seu resultado aparente.

Mas isso quer dizer que o único debate eficiente com esquerdistas é aquele que não consente em ficar preso nas regras formais num confronto de argumentos, mas se aprofunda num desmascaramento psicológico completo e impiedoso.

Provar que um esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como ele é mau, perverso, falso, deliberado e maquiavélico por trás de suas aparências de debatedor sincero, polido e civilizado.

Faça isso e você fará essa gente chorar de desespero, porque no fundo ela se conhece e sabe que não presta. Não lhe dê o consolo de uma camuflagem civilizada tecida com a pele do adversário ingênuo.

Como Expor um Idiota Útil

Descrição retirada do Blog do Reinaldo Azevedo:

Imperdível a entrevista que a apresentadora e jornalista de origem cubana Marlen Gonzalez fez com o ator Benicio del Toro no programa Primer Plano, do canal “41 Noticias”, de Miami. Benicio encarna, como se sabe, Che Guevara no filme Che, de Steven Soderbergh. A fita canta as glórias do Porco Fedorento. Marlen soma os dons do pensamento aos evidentes dotes da ventura. O homem começa “toro” e termina novilho. “Ah, mas ele é só um ator”. Errado! Esse rapaz andou cantando as glórias de Guevara mundo afora, com aquela frivolidade bem típica de certo tipo “engajado”.

Marlen dá início à entrevista indagando por que escolher Miami para lançar o filme, justamente uma cidade onde vivem tantos cubanos, vítimas do regime. “É uma provocação?” Toro balbucia uma negativa, um tanto apatetado. Marlen pergunta se uma fita exibindo o lado bom de Hitler não ofenderia 15 milhões de judeus e a memória de 6 milhões de vítimas. Assustado, ele diz que não crê que Guevara tenha feito campo de concentração. Pois é. Falta de informação, Toro. Vá estudar! O Porco criou o primeiro campo de trabalhos forçados da América Latina. Ela não deixa a peteca cair: “Estamos falando de assassinatos. Não é igualmente assassino quem mata um, cem, cem mil…” Toro, tadinho, tenta ainda uma saída: comparou Che a um general num campo de guerra…

Marlen lembra as opiniões favoráveis que Toro deu sobre Che e indaga se ela sabia que, à frente da prisão de La Cabaña, o dito revolucionário mandou fuzilar mais de 400 prisioneiros. E o que diz o valente? “Sabia. Muitos dos que foram fuzilados eram terroristas…” Não, atalha Marlen: “Noventa por cento eram presos de consciência. [morreram] Simplesmente por discordar do sistema nascente, por pensar diferente”. E ele: “Ah, não sabia disso”… E assim vai.

No arremate, Marlen lembra uma frase de Che: “A ação mais positiva e forte, independentemente de qualquer ideologia, é um tiro bem dado, no momento certo, em quem merece”. E presenteia o pobre Toro — àquela altura, só um bezerro gritando ‘mamãe’ — com o livro Guevara: Misionero de la Violencia, do historiador cubano e ex-preso político Pedro Corzo.

Por Reinaldo Azevedo

Meus Comentários:

Para quem não sabe o termo “idiota útil” – no título do post – foi cunhado por Lênin para designar aqueles que militam defendendo as ideias revolucionárias comunistas mas sem saber realmente no que estão se metendo. A inocente pessoa declara louvores ao “herói” e “santo”, ao homem de “grandes ideais” e “salvador da humanidade”. Mas mal sabe ela que seu herói não passa um assassino frio, uma mente doente capaz de fazer literalmente qualquer coisas em nome de uma promessa de futuro utópico.
A diferença de um idiota útil comunista para um neo ateu é praticamente nula. Ambos endeusam, como salvadoras da humanidade, pessoas moralmente falidas, muitas vezes incultas, mas sempre intelectualmente desonestas. Não há qualquer motivo para duvidar que se um grupo de neo ateus tomasse o poder político de uma nação eles promoveriam o mesmo banho de sangue promovido por estes animais comunistas.

Quem aí lê norueguês?

Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Fonte: Site Mídia Sem Máscara

Que a imprensa norueguesa, em contraste, informasse ser Breivik um membro do Partido Nazista, não mudou em nada a firme decisão geral de pintar o criminoso como um cristão sionista. Afinal, quem lê norueguês?

A mídia iluminada está em festa: no meio de milhares de atentados mortíferos praticados por gente de esquerda, conseguiu descobrir o total de um (1, hum) terrorista ao qual pode dar, sem muita inexatidão aparente, o qualificativo de “extremista de direita”.

O entusiasmo com que alardeia a presumida identidade ideológica do norueguês Anders Behring Breivik contrasta da maneira mais flagrante com a discrição cuidadosa com que o qualificativo de “extremista de esquerda” é evitado em praticamente todos os demais casos.

Mais recentemente, até a palavra “terrorista” vinha sendo banida nos chamados “grandes jornais” do Ocidente, acusada do pecado de hate speech, até que o advento de Breivik lhe deu a chance de um reingresso oportuno e – previsivelmente – momentâneo.

Antes disso, tamanho era o desespero da esquerda mundial ante a escassez de terroristas no campo adversário, que não lhe restava senão inventar alguns, como o recém-libertado Alejandro Peña Esclusa, que nunca matou um mosquito, ou espremer até doses subatômicas o limão do “neonazismo” – ocultando, é claro, o detalhe de que os movimentos dessa natureza surgiram como puras operações de despistamento criadas pela KGB (prometo voltar a escrever sobre isso).

Breivik saciou uma sede de décadas, fornecendo aos controladores da informação universal o pretexto para dar um arremedo de credibilidade ao slogan matematicamente insustentável de que a truculência homicida é coisa da direita, não da esquerda.

Aos que sejam demasiado tímidos para fazer coro com a difamação explícita, os atentados de Oslo fornecem a ocasião para que essas sublimes criaturas exibam mais uma vez sua neutralidade superior, alegando que “toda violência é igualmente condenável”, que “todos os extremismos são igualmente ruins” e estabelecendo assim, para alívio e gáudio dos campeões absolutos de violência assassina e definitiva humilhação da aritmética elementar, a equivalência quantitativa entre um e mil, um e dez mil, um e cem mil. Isso já se tornou quase obrigatório entre as pessoas elegantes.

Se quando terroristas são de esquerda qualquer menção a seus motivos ideológicos é suprimida, camuflada sob diferentes denominações ou até invertida, mediante insinuações de direitismo – cujo desmascaramento posterior não obtém jamais a menor repercussão na mídia), no caso de Breivik os profissionais da farsa não se contentaram com a mera rotulação: forneceram, do dia para a noite, um perfil ideológico completo, detalhado, definindo o sujeito como uma espécie de Jerry Falwell ou Pat Robertson, e aproveitando a ocasião, é claro, para sugerir que as ideias do Tea Party, desde o outro lado do oceano, haviam movido a mão do assassino.

Que a imprensa norueguesa, em contraste, informasse ser Breivik um membro do Partido Nazista, não mudou em nada a firme decisão geral de pintar o criminoso como um cristão sionista. Afinal, quem lê norueguês?

Meu amigo Don Hank, do site Laigles Fórum, lê, como lê também não sei quantas outras línguas – e me repassa notícias de primeira mão que o resto da humanidade desconhece.

Não deixar-se enganar, nos dias que correm, exige cada vez mais recursos de erudição inacessíveis à massa dos leitores. A elite farsante não se incomoda de que dois ou três estudiosos conheçam a verdade e a proclamem com vozes inaudíveis: ela sabe que a própria massa ficará contra nós, curvando-se à autoridade universal do engodo e chamando-nos de “teóricos da conspiração”.

Que Breivik fosse ostensivamente maluco é outro detalhe que não atenua em nada o desejo incontido de explicar o seu crime por um intuito político real e literal.

Lembram-se de Lee Harvey Osvald? Leves sinais de neurose bastaram para que o establishment e a mídia em peso isentassem o assassino de John Kennedy de qualquer suspeita de intenção política, embora o indivíduo fosse um comunista militante e tivesse contatos nos serviços secretos da URSS e de Cuba, de onde acabara de voltar.

Embora Breivik tenha uma conduta ostensivamente psicótica e não haja o menor sinal de contato entre ele e qualquer organização conservadora ou sionista dos EUA, o diagnóstico vem pronto e infalível: um sujeito ser cristão, sionista ou, pior ainda, ambas as coisas, é um perigo para a espécie humana, uma promessa de crimes hediondos em escala epidêmica.

A pressa obscena com que se associa o crime de Breivik ao seu alegado cristianismo também não é refreada pela lembrança de que a mesma associação se fez persistentemente, universalmente, no caso de Timothy McVeigh, autor dos atentados de Oklahoma em 1995, até que veio, tardiamente como sempre, a prova de que o criminoso era muçulmano e ligado a organizações terroristas islâmicas.

Veremos quanto tempo transcorrerá até que a pesquisa histórica erga um sussurro de protesto contra o vozerio unânime da mídia internacional. Fundados na certeza da ignorância popular que jamais poderá desmascará-los, alguns dos diagnosticadores de cristianismo assassino vão até mais longe, deleitando-se em análises profundíssimas segundo as quais a coisa mais danosa e mortífera do mundo, inspiradora dos atentados em Oslo, é a ideia reacionária de combater o “marxismo cultural” – rótulo infamante inventado pela direita para sugerir (oh!, quão difamatoriamente!) que os filósofos da Escola de Frankfurt tinham a intenção de destruir a civilização do Ocidente.

Na verdade essa intenção foi proclamada aos quatro ventos pelo próprio fundador da escola, o filósofo húngaro Georg Lukács, mas, como parece que não pegou bem, não custa atribuí-la aos seus inimigos.

Pior ainda: escrevendo num site chamado Crooks and Liars (que só posso atribuir à modéstia de seus editores), o articulista David Newett, ecoando aliás mil comentários no mesmo sentido, publicados cinco minutos após a notícia do atentado, informa que o combate ao marxismo cultural é inspirado por abjetos preconceitos antissemitas, e dá como prova disso o fato de William S. Lind, que se destacou nesse combate, ter informado em uma conferência que todos os membros-fundadores da Escola de Frankfurt eram judeus de origem – coisa que eles eram mesmo, como aliás o próprio Karl Marx, e daí?

A implicação do raciocínio não escapará aos leitores mais atentos: Anders Breivik, além de ter matado dezenas de não-muçulmanos por ódio ao Islam, foi também movido por sentimentos pró-judaicos antissemitas.

Não entenderam nada? Não é mesmo para entender. Já expliquei mil vezes que a técnica da difamação exige atacar a vítima por vários lados, sob pretextos mutuamente contraditórios, para confundir e paralisar a defesa, obrigando-a a combater em dois ou mais fronts ao mesmo tempo e a usar de uma argumentação complexa, com aparência sofística, incapaz de fazer face à força maciça da acusação irracional.

Se alguma dúvida resta na mente dos leitores quanto à realidade da hegemonia revolucionária no mundo, objeto de meus últimos artigos, a uniformidade do noticiário sobre Anders Behring Breivik lhes dá uma amostra de que, mais uma vez, não estou tão louco quanto pareço.

Kit Gay 2: O Retorno

Meus Comentários

Não há novidade alguma no fato dos revolucionários comunas não aceitarem a determinação de suspensão do Kit Gay pela presidente Dilma. Na verdade é evidente que ela mesma não foi sincera em suas motivações. Que moral pode ter uma guerrilheira, assaltante e sequestradora que aprovou, como um raio, o PNDH-3 quando era ministra da casa civil do Lula?

Eles não vão desistir. Este militantes gays são movidos por ódio anti-religioso (se duvidar assista isto), desejo de que suas paixões e escolhas comportamentais sejam aplaudidas como lindas e sacrossantas e vão fazer de tudo para destruir as bases da moral e da família tradicional.

Não se pode referir a essa gente de maneira respeitosa. Quando abrirem a boca o desmascaramento ter que ser impiedoso e avassalador.

Dilma retira Bíblia e Crucifixo de seu Gabinete… era para ser diferente?

Se alguém esperava algo diferente deve rever seus conhecimentos sobre a situação atual do esquerdismo comunista que está dominando o país.

A folha Online  noticiou hoje:

Em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede.

Durante a campanha eleitoral, a então candidata se declarou católica e foi atacada pelos adversários sob a acusação de ter mudado suas posições religiosas.

Mentir e fazer o povo brasileiro de idiota é algo comum na política brasileira mas os comunas revolucionários que tomaram o poder há 8 anos estão transformando isto numa arte.

Que ninguém se assuste ou ache que mentiras como esta da dona Dilma são o máximo da vigarice desse pessoal. O lixo é muito mais imundo e fedorento do que a maioria pode pensar.

Lula e Fidel fundaram o Foro de São Paulo para por alguma ordem e reviver o movimento revolucionário comunista na américa latina.

A união dessa gente, que agora governa nosso país, com o que há de pior no continente como as FARC é apenas o resultado de um povo inculto, que desconhece (e mesmo abomina a idéia de vir a saber) as correntes dos acontecimentos históricos e por isto não sabe votar.

Que Deus tenha misericordia e salve nosso país pois não parece haver solução humana.

Algumas referências para pesquisa:
Olavo de Carvalho desmascarando a relação PT-FARC  
Governo, Farc e Foro de S. Paulo (prof. Olavo de Carvalho) 
Olavo de Carvalho – O COMUNISMO NO BRASIL É INEVITÁVEL!